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13 julho, 2009

Actividade encerramento ER ( I)

Olá colegas, julgo que não é só eu que ando desesperada com a manutenção do blogue. Cola aqui, escreve ali e no fim, nada fica como queremos.
Nestas minhas tentativas até agora frustradas de fazer um apanhado das actividades do ensino recorrente e no meio do diálogo com os colegas do ER (já agora o meu blogue pode ser comentado a qualquer hora, tipo relógio da “kirche nuhr”) e aproveitando a sugestão da prof. do blogue no nosso jantar podíamos fazer algo de diferente e divertido para além de comer.

Já temos algumas sugestões:


casamento como no rali ;) ou festa de despedida, nunca se sabe,
Joana já podemos aproveitar a tua?!

Karaoke, fica ali mesmo ao lado;

Ida à poncha, talvez ajude na digestão;

Levar um adereço engraçado….

aqui lanço o desafio...

para que surjam outras propostas.

Atenção nada de extravagâncias!!

12 julho, 2009

Actividade de encerramento ER

Chegado que é o momento do encerramento de mais um ano lectivo


finalmente!
aqui deixo o convite da última actividade do P.A.E,



o nosso jantar no dia 17 de Julho,

restaurante Lareira Portuguesa, pelas 19:30 h.

A ementa é….



...frango da guia!!

30 junho, 2009

Actividade

Proponho a leitura do texto
Para todos aqueles que procuram a Luz que ilumina a Noite
Entre o dia e a noite há um êxtase.
O sol detém-se um instante no limiar do ocaso para olhar o mundo pela derradeira vez. Contemplai e some-se.
Acompanham-no, em cortejo melancólico, as mesmas nuvens que, alegremente, o precedem ao romper d’alva.
De manhã saem contentes como ovelhas que se precipitam álacres mal o pastor abre o redil; à tarde recolhem-se saudosas, em pena de deixar o céu.
O dia apaga-se.
É uma página que se volta para todo o sempre no livro que se não relê.
O que nos fica de cor é a lembrança fixada na saudade.

O sol faz o seu giro e reaparece na manhã seguinte com o mesmo calor e o mesmo brilho; nós acordamos diminuídos, porque deixamos na véspera alguma coisa que nunca mais encontraremos.
Recordar é viver de esmolas, apanhando restos aqui e ali. É o que fazemos pobres de nós!
Batendo humildemente à porta da casa da memória, que é a guardadora das ceifas.
Este livro é feito com apanhaduras respigadas à pressa nos últimos raios do sol da mocidade.
Começa a escurecer. D’ora avante, sem sol, trabalharei à luz da lâmpada.
Vesperal, livro crepuscular, últimas fantasias...

Que saudades da luz e das minhas ilusões!

O sol lá anda pelas antípodas, sinto-lhe ainda o calor, mas sua claridade...
Essa não verei mais, nunca mais!
Coelho Netto
Julho, 1922